Sábado, 19 de Maio de 2007

Crónica: Tabaco

 
 

 
 
 
O tabaco é um vício muito prejudicial para a saúde. As pessoas já com alguma idade, ainda tem uma certa compreensão do seu vício. Nessa altura fumar dava “estilo”, as pessoas achavam-se mais importantes pelo facto de fumar. Por outro lado, não era muito falados os problemas que o tabaco pode originar. Mas hoje em dia o nº de consumidores de tabaco em vez de diminuir, parece que está a aumentar. Eu digo isto porque vejo cada vez mais jovens a adquirir este hábito. Acho que é de enorme “burrice” os jovens meterem-se neste vício, uma vez que eles sabem os riscos de saúde que correm, desnecessariamente. Estes já não têm desculpa, fumam por que querem, talvez para ser melhor aceite no seu grupo de amigos. Hoje em dia, na escola aborda-se o assunto do “tabagismo”. O tabaco só traz desvantagens: gasta-se dinheiro; corre-se o risco de ter o cancro do pulmão; as pessoas que fumam envelhecem mais depressa. Assim, fumar só tem inconvenientes. Hoje em dia custa-me ver tantos jovens a fumar, depois de saberem o mal que lhes faz.       
publicado por simao às 11:06
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Glossário

 
A
 
 
Alpendre – coberto saliente da casa e suspenso por colunas
Anódina – remédio calmante; apagada; inofensiva
Arenques – peixes
Azáfama – actividade; trabalheira; agitação
Asfalto – cimento
Antropologia – estuda a evolução do homem
Anglicismos – estrangeirismos derivados de palavras Inglesas
Achaques – doença habitual, mas sem gravidade
Acometida – assaltada; agredida; atacada;
Anarquista – revolucionária; libertário; desordeiro
Astuto – esperto; finório; habilidoso
Arrebatara – arrancara; agarrara-se; apoderara-se
Amiúde – frequentemente; constantemente; continuadamente
Anciãos – antigos; idosos
Avareza – ambição; mesquinharia; sovinice
Amorfo – indiferente
Amistosos – amigáveis; conciliadores
Astúcia – esperteza; lábia
Átonas – enfraquecidas; debilitadas
 
 
 
B
 
Bonança – calma; serenidade; tranquilidade
Bornal – saco; sacola; mochila
Blasfémia – insulto; ofensa
Bálsamo – aroma; perfume
Brandindo – agitando; vibrando; movendo
Barbárie – rusticidade; grosseria; selvagem
 
 
 
 
C
 
Casta – raça; qualidade; geração; natureza; espécie
Compungida – afligida; atormentada; angustiada
Crisântemos – planta
Canapés – sofás; divãs
Crível – acreditável; credível; provável
Caótico – confuso; desordenado
Cloaca – esgoto; fossa
Cátedra – cadeira do professor
Cegarrega – algazarra; barulho; confusão
Céptico – ateu; não tem religião
Clérigos – eclesiásticos
Crestados – chamuscados; tostados; abrasados
Chorrilho – série; sucessão
Coxins – sofás; almofadas
Conciliábulo – assembleia; reunião
Cruento – cruel; sangrento
 
 
 
 
D
 
Devolução – acto ou efeito de devolver
Definhar – causar magreza; enfraquecer; atrofiar
Deferimento – solicitação; uma espécie de pedido
Dogmático – autoritário; decisivo; imperativo
Descorado – pálido; desmaiado; abatido
Desvanecer – apagar; desaparecer; atenuar
Degeneração – corrupção; depravação
Diligente – activo; empenhado; aplicado
Desvairo – alucinação; disparatar; enlouquecer
Dilúvio – inundação; abundância; cheia
 
 
 
E
 
 
Exíguo – insuficiente; escasso; pequeno
Exógenos – forma-se no exterior; superficial
Empírico – prático; vulgar; experimental
Empreender – começar; iniciar; experimentar
Exangue – desmaiado; exausto; enfraquecido
Efémero – transitório; passageiro; momentâneo
Extravagância – excesso; capricho
Estertores – agonia; ânsia
 
 
 
 
F
 
Fonologia – tratado dos sons, das suas modificações e da correcta pronúncia
Futilidade – qualidade que fútil, tem pouco ou nenhum valor; banalidade
Famélicas – famintas; esfomeadas
Fétido – malcheiroso; fedorento
Fugaz – veloz; rápido
Frondosa – cerrada; espessa
Frenética – delirante; furiosa; impaciente
Ferocidade – crueldade; atrocidade
 
 
 
 
G
 
Garatujar – rabiscar; gatafunhar
Gôndola – barco; canoa
 
 
 
 
H
 
Hediondo – horroroso; horrível; imundo
Hipocondria – tristeza;
Horripilante – horrível; horroroso; monstruoso
 
 
 
 
I
 
Indulgência – bondade; perdão
Impregnado – absorvido; banhado; entranhado
Inédito – nunca visto; novo
Imbecil – idiota; pateta
Insalubre – doentio; fraco
Impingida – espetada; ferrada; empurrada
Inibidos – dificultados; embaraçados; impedidos
Içar – erguer; levantar; elevar
Inigualável – incomparável; insubstituível
Iniludível – evidente; claro
Intuis – intuição; adivinhas; pressentimentos
Imprescindível – indispensável; insubstituível; necessário
 
J
 
Juncos – chibata; vara; fustiga
 
 
L
 
Linguistas – pessoas versadas em línguas
Lusófonos – país ou povo que tem como língua oficial portuguesa
Latrocínio – roubo; furto
Lona – mentira
 
 
 
 
M
 
Medíocre – que esta entre o bom e o mau; mediano; modesto
Meritório – digno de louvor ou recompensa; louvável
Melindre – susceptibilidade; delicadeza
Monolingue – uma só língua  
Modorra – insensibilidade; indolência
Munido – armado; abastecido; equipado
Monocórdico – aborrecido
Mascavado – viciado; mau; ruim
 
 
 
 
 
O
 
Ostracização – expulsão de peões das cidades
Oriundo – descendente; originário; proveniente
Odor – cheiro; perfume; aroma
 
 
 
P
 
 
Poltrona – sofá; cadeira de braços
Pudor – vergonha; modéstia
Polvorosa – agitação; balbúrdia
Pestilento – contagioso; horrível
PALOP – Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa
Paradigma – modelo; exemplo; padrão
Pragmatismo – utilitarismo
Pândega – excesso; festa
Pira – enlouquece; endoidece
Penosos – incómodos; difíceis; dolorosos 
Prostração – abatimento; enfraquecimento
Pernoitar – dormir; pousar
Parca – económica; poupada; moderada
Prodigalizada – esbanjada; desperdiçada; estragada
 
 
 
 
R
 
Rubor – modéstia; castidade; cor vermelha; inflamação                                                                    
Redil – rebanho
Régulo – chefe; líder
Repugnância – nojo; náusea; incompatibilidade
Ror – abundância
 
 
 
 
T
 
Tédio – aborrecimento; fastio; desgosto
Tísica – tuberculose; magricela; 
Toldado – coberto; tapado
Torpeza – desonestidade; indignidade
Taciturnos – calados; mudos; silenciosos
Tresloucada – doida; louca; endoidecida
 
 
 
 
V
 
Verosímil – verdadeiro; acreditável
Verruga – botão; cravo; ruga
Vociferar – gritar; exclamar; praguejar
Vigoroso – rijo; enérgico; forte
Voracidade – avareza
 
 
 
Z
 
Zarpar – fugir; sair; partir
publicado por simao às 11:04
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Relatório da Visita de Estudo

   
  De: Simão Pedro Rodrigues Antunes   Nº 24   Tª 10ºA
     Para: Prof. Manuel Sousa
     Relatório da visita de estudo realizada ás Grutas de mira de Aire, Serra de Aire (Pegadas dos Dinossauros), Santuário de Fátima.
     Em: 19 de Abril
 
 
       Esta visita iniciou-se por volta das 9:00h, com um tempo muito agradável. Nela participaram algumas turmas (4) do 10º ano, os professores (directores de turma) de matemática, Biologia, Português. Teve como finalidade proporcionar aos alunos um melhor conhecimento sobre assuntos relacionados com grutas e a extinção dos dinossauros. Ás 9:00h as turmas do 10º ano saíram da Póvoa de Lanhoso em direcção ás Grutas de Mira d’Aire. Iam dois autocarros, um levava as turmas do 10ºA e 10º B e o outro levava as turmas 10ºC e 10º D, mais alguns alunos do 11º ano.
       Andamos cerca de 3h de autocarro. Chegamos às Grutas por volta das 12:00h. Aqui entramos para uma espécie de túnel, um lugar mais fresco. Após a entrada dos alunos veio o instrutor que ao longo do percurso nos ia dando informação acerca das Grutas. As Grutas foram descobertas em 27 de Julho de 1947. Mas só em Setembro de 1953 foi possível conhecer totalmente o percurso que se encontra actualmente aberto ao público. Esta gruta era constituída por rocha calcária. Passamos por várias salas das Gruta, e á medida que se avançava ficava-nos a uma profundidade maior. A Gruta tinha as seguintes salas: “Sala Grande”; “Sala Vermelha”; “Sala da Joalharia”; “Sala das Alforrecas”; “Sala do Órgão”; “Sala do Bar”, entre outras. Ao longo de toda a gruta via-se estalactites e estalagmites. As estalactites vêm de cima para baixo e, de cem em cem anos crescem 1 cm. No caso das estalagmites, estas crescem de baixo para cima cerca de 1 cm de mil em mil anos. Quando as estalactites se juntam às estalagmites, formam-se as “colunas”.               
       Depois disto fomos almoçar para um lugar perto do Santuário de Fátima, por volta das 13:45h.
Ás 14:45h, após o almoço, dirigimo-nos para o Santuário de Fátima. Os alunos não eram obrigados a ir. Quem quisesse rezar dirigia-se para o Santuário, quem não o quisesse fazer ia dar uma volta. Mas à hora combinada, todos tínhamos que estar reunidos perto do Santuário.
       De seguida fomos em direcção ás Pegadas dos Dinossáurios na Serra d’Aire. Aqui, começamos por ver um filme que nos falava na época em que os dinossauros viviam e nas possíveis causas da sua extinção. O filme mostrou-nos como se descobriu as pegadas naquele local. Aquele sítio era uma pedreira, e nas suas escavações encontraram as tais “pegadas históricas”. Uma vez o filme visto, fomos ver a pedreira onde estavam as pegadas. Os alunos e professores estavam acompanhados de um instrutor que nos ia dando informações á cerca destes animais. Pensa-se que aquela região era uma zona pantanosa, e os dinossáurios ao passar lá deixaram as suas marcas que foram cobertas por sedimentos. Devido a movimentos tectónicos, o local onde estão as pegadas apresenta uma estrutura inclinada. Naquela Serra passaram Saurópodes, animais quádruplos de 27 metros de comprimento, pesavam cerca de 70 toneladas e eram herbívoros. Estas pegadas permitem descobrir, se estes animais andavam em grupos ou sozinhos, a velocidade que atingiam... Esta Serra contém os mais antigos registos de pegadas de dinossáurios e são os trilhos de pegadas mais nítidos a nível mundial.
        Por volta das 17:00h estávamos a caminho da Póvoa de Lanhoso. Durante este percurso paramos 1 vez para lanchar. Ás 18:30h voltamos ao nosso destino. Dentro do autocarro conversava-se, ouvia-se música e liam-se alguns papéis informativos da visita de Estudo. Chegámos á Póvoa de Lanhoso, cerca das 21:15h. Após a chegada, cada um seguiu o seu destino.
       Em suma, eu gostei muito de realizar esta visita, não só aprendemos algumas coisas novas como foi muito divertido. A pior parte da viagem era o facto de andar muitas horas seguidas de autocarro, e por isso, também a mais cansativa.
publicado por simao às 11:01
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